Poeta, para ser mais facilmente esquecido.
A FLOR DA LIBERDADE
Cultivo uma flor diariamente A qual o patrão tenta roubar, O pastor diz ter direito a uma parte E o […]
LIVRO, CAFÉ, POETA OU POESIA
Escritos que se dizem poéticos, Decerto não acadêmicos, eu diria
NA DOR CRUEL DE UM AMOR FINDO
Estou no lado avesso do mundo É muito fácil me encontrar Estou inserido no pior lugar Como indigente no submundo. […]
A MORENA DO CAFÉ
Que trânsito é esse? — Pensei comigo – que quinta-feira insana e desproposital! Vou parar pra tomar um café e […]
INFORME
Este livro nasceu em 2016 e passou dez anos circulando pela Amazon Kindle, acumulando centenas de avaliações — a maioria de quatro e cinco estrelas — de maçons e não-maçons de todo o Brasil. Em 2026, sem aviso prévio e sem direito de defesa, a plataforma excluiu minha conta, alegando a existência de um cadastro duplicado. Junto com a conta, perdi o livro. Não pude recuperá-lo, e fui impedido de me recadastrar.
Prefiro não gastar palavras condenando a decisão. Prefiro, em vez disso, usar a obrigação de reescrever como oportunidade. Este não é apenas o texto original digitalizado de novo — é uma versão revisada, ampliada e, espero, mais honesta do que a anterior. Mantive a voz, a raiva e o amor que sempre sustentaram estas páginas. Corrigi o que estava impreciso, aprofundei o que estava raso, e acrescentei o que o tempo me ensinou.
Em breve, estará à venda.
São Paulo, 2026
LIVROS RECENTES

Lisa Weintriks
Gart, uma lagarta solitária e medrosa, teme a transformação em borboleta. Ao encontrar Leta, uma borboleta radiante, aprende que mudanças trazem liberdade e beleza.
Uma história sobre metamorfose, coragem e crescimento, ilustrada com encanto para crianças.

John Doe
Leia o Verso é um livro de dois começos. De um lado, Danton Medrado; do outro, J. Wilton. Dois poetas nordestinos que chegaram a São Paulo trazendo na bagagem a memória do chão quente — e descobrindo, na cidade, novos ritmos para suas palavras. Cada lado do livro guarda um jeito próprio de olhar o mundo, mas ambos compartilham a mesma matéria-prima: o cotidiano que insiste em ser poesia.

Helen Stimuks
Cafeinomania é uma coletânea de poemas selecionados pelo autor para estrear nessa editora, sua nova casa. Nesta seleção o leitor encontrará um misto de poemas que constaram nos primeiros livros do autor, publicados ainda na década de 90 e nos anos 2000, e também muitos poemas inéditos e alguns outros publicados apenas na internet, o que permitirá acompanhar o caminhar desse autor sempre independente.

Robert Dawnip
Amargo é uma daquelas obras que extraem sua força das miudezas e das complexidades da vida comum. Reunindo contos e crônicas, o livro funciona como um espelho da realidade: ora flagra o cotidiano com a agudeza e a ironia típicas de uma boa crônica, ora mergulha na profundidade psicológica e nos dilemas humanos através de seus contos.



