INVERNO
Nas tardes frias de julho Com pingos de chuva na vidraça, Por […]
Nas tardes frias de julho Com pingos de chuva na vidraça, Por […]
A promessa de vigília eterna ardia Sob a fogueira do sempre ensejar […]
Sonhei… Era uma terça-feira de intensa chuva e caos em São Paulo. […]
Há algo mágico nas lembranças que eu tenho do meu pai. Sua […]
A febre me induz a escrever, como se pudesse aliviar um pouco […]
Hoje eu rasguei a minha carta de alforria, Cavei um buraco para […]
Silencia a noite e sua calma geladaPermanece a me rodear na sala,Do […]
Lábios, boca com bocaCalor, língua na línguaNão há quem negue uma gotaQuando […]
Dezembro chega, e eu parado assisto… Hoje nada tenho como meu Mas […]
á me acostumei com o fato de ter perdido o meu nome… ah, que besteira, é só um nome, e nome as vezes é complicado mesmo… vai-se o nome fica a identidade. Tornei-me tia, mas não uma tia qualquer, afinal, eu sou “A Tia”, uma mistura de tudo quanto é futuro que possa existir para uma criança.