A Vinda de Rosa


A VINDA DE ROSA

 

Deixem que Rosa venha!
Assim disposta e sem compromisso
Deixem qu’ela saia do cortiço,
Deixem-na, pra que o reboliço?
Deixem que Rosa venha!
Há de ser contraditório,
A cidade é grande, isto é notório
Mas mesmo o frio aqui é provisório,
Depois, tudo torna-se irrisório.
Deixem Rosa, gente!
Deixem qu’ela daí saia,
Deixem qu’ela entre no clima, na baia
Se ainda ela não sabe, ensaia.
Venha sim, Rosa,
“Rumbora” pra praia!